domingo, 18 de abril de 2010

Santos de muitos títulos


Depois de mais um show e a classificação para as finais do Paulista, não tenho mais dúvidas de que o time do coração da minha família vai dar muitas alegrias a partir desse ano.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Festa no Grupo Escoteiro Falcão Peregrino


Olá pessoal,


quem quiser desfrutar de momentos agradáveis, saboreando algumas delícias da culinária japonesa, não percam a tradicional Gotsô Fest do Grupo Escoteiro Falcão Peregrino.


Encontro com vocês amanhã!!


Grande abraço,


George Hirata

As Duas Pulgas


Duas pulgas diretoras estavam conversando e então uma comentou com a outra :

- Sabe qual é o nosso problema ? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.

Elas então decidiram contratar uma mosca para treinar todas as pulgas a voar e entraram num programa de treinamento de vôo e saíram voando.

Passado algum tempo , a primeira pulga falou para a outra :

- Quer saber ? Voar não é o suficiente , porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas , que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

Elas então contrataram uma abelha para lhes ensinar a técnica do chega-suga-voa.

Funcionou, mas não resolveu. A primeira pulga explicou por quê :

- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E então um pernilongo lhes prestou treinamento para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos. Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar.

Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:

- Ué, vocês estão enormes ! Fizeram plásticas ?

- Não, entramos num longo programa de treinamento. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento .

- E por que é que estão com cara de famintas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo treinamento com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar de modo a perceber, com antecedência, a vinda da pata do cachorro. E você ?

- Ah, eu vou bem , obrigada . Forte e sadia.

Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:

- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em um programa de treinamento, em uma reengenharia?

- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.

- Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas, quiseram saber as pulgonas.

- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro e então ela me disse: "Não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança".

Moral da história :

Você não deve focar no problema, e sim na solução. Para ser mais eficiente é necessário estudar, analisar e não falar. Muitas vezes, a grande mudança é uma simples questão de reposicionamento, execução e praticidade. Não queira complicar, seja prático e objetivo .


Max Gehringer

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Para refletir...


Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente.


Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar,mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.


Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.


Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.


Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.


Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.


O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem! Por isso, valorize o que você tem, valorize a sua familia e as pessoas que estão ao seu lado.


George Carlin (12-05-1937 : 22-06-2008)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Assumir mais riscos


Você deve cultivar a mentalidade de uma pessoa para quem assumir riscos é natural e que vai continuar tentando alcançar o que quer, aquilo que sonha, até conseguir.

Você deve ser alguém que não vai se conformar em ter um pássaro na mão, se esse não for o pássaro certo. Deixe que os outros aceitem o que não querem por achar cômodo, porque não têm coragem e desistem diante da primeira dificuldade.

As pessoas, na sua maioria, preferem permanecer em sua zona de conforto, onde acham que estão em segurança, mesmo que isso signifique nunca realizar seus sonhos. Zona de conforto é aquela que as pessoas conhecem bem e na qual se sentem perfeitamente à vontade. É um lugar seguro, previsível e facilmente administrado. E são muitos os que voltam a refugiar-se nela assim que põem o pé para fora, porque não suportam o desconforto. Assim, desistem de ir atrás das possibilidades e de aproveitar as oportunidades que o lado de fora oferece.

Querer sentir-se confortável, numa área perfeitamente conhecida, é o grande inimigo do ímpeto, algo que seduz a pessoa com uma falsa sensação de bem-estar, mas que a mantém abrigada do estresse, da pressão, do medo de tentar e falhar. Mas, para os que tomam coragem para sair de sua zona de conforto, as recompensas são enormes. Só é preciso tentar.

O maior perigo na vida é não arriscar.


Fiona Harrold

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Livre-se dessa prisão!


O ser humano vivência a si mesmo, seus pensamentos como algo separado do resto do universo - numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência. E essa ilusão é uma espécie de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais, conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas.

Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza. Ninguém conseguirá alcançar completamente esse objetivo, mas lutar pela sua realização já é por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior.

Albert Einstein






Levante-se sempre!

Todos tropeçam e caem, especialmente quando estão caminhando e buscando mudanças — seu caso.Todos se sentem exaustos, um dia ou outro, e param a caminhada para descansar quando não conseguem dar nem mais um passo — seu caso.

Seu caso, meu caso e o caso de todos os que estão vivos. Ninguém disse que nossa aventura de viver seria fácil mas, apesar dos tropeços, quedas, dores, tristezas, ferimentos, solidão e exaustão, ainda assim você é mais forte. Mesmo quando derrubado, ou derrubada, você pode levantar e continuar.

Você é mais forte do que suas aparentes limitações e a prova disso é que sente quando algo está limitando sua vida. Você é mais forte do que seus ferimentos, razão pela qual busca curar-se o mais rapidamente possível para voltar ao combate na vida, na família, na empresa, na escola ou onde quer que seja necessário o seu retorno. Você é mais forte do que a tristeza porque, no fundo, deseja que ela se vá para dar lugar à alegria e felicidade.

Suas derrotas não são permanentes: “Ser derrubado é freqüentemente uma condição temporária. Desistir é o que a torna permanente.” E você não vai desistir, porque você é mais forte, e sempre será mais forte.

Lembre-se: você é mais forte. Respire fundo, levante-se e não desista. Desistir é o que torna toda derrota permanente. Levantar-se é o que torna toda derrota somente mais uma lição em direção ao seu imbatível sucesso.

Thaís Gardel

(Enviada pelo meu amigo Guilherme Grillo)

domingo, 11 de abril de 2010

Momento tudo ou nada: as decisões consistentes


É preciso ter decisões consistentes, que resultem em atitudes. Somente uma mudança de atitude após uma decisão cria verdadeiras mudanças na vida de uma pessoa.

Tudo ou nada é uma decisão que você toma em um momento de despertar da consciência. Mas não basta só isso: é preciso algo mais...

Uma decisão radical é insuficiente se a gente não tomar uma atitude do tipo tudo ou nada. Um despertar de consciência pode ser muito pouco sem uma mudança radical na maneira de agir.

A maioria das pessoas toma decisões superficiais: elas apenas anunciam suas decisões, não mudam as atitudes. Não dizem adeus ao passado, não abandonam velhos hábitos. Assim, com a mesma rapidez que decidem algo, desistem.

É preciso ter decisões consistentes, que resultem em atitudes. Somente uma mudança de atitude após uma decisão cria verdadeiras mudanças na vida de uma pessoa.

Se você decidir deixar a segurança de um relacionamento sem amor e abrir seu coração para uma nova relação, vai precisar encarar as conseqüências. Terá de pagar a conta de cada passo dado e sentir orgulho de superar cada novo desafio. Vai precisar aprender a celebrar cada pequena vitória. Quem não souber enfrentar essas conseqüências, logo sentirá a necessidade de voltar para aquele relacionamento sem amor.

Se você resolver sair da casa de seus pais e morar sozinho, precisará assumir o estilo de vida que seu dinheiro puder manter. Terá de aprender a cuidar das suas roupas, fazer supermercado, esquentar comida congelada, tudo isso gastando somente o que é viável para seu orçamento. É lógico que também poderá decorar sua casa do jeito que quiser e trazer seus amigos sem dar satisfação a ninguém. O importante é perceber que, com a liberdade, você recebe um brinde chamado responsabilidade. Sua autonomia deverá ser conquistada dia a dia, até que essa nova forma de viver esteja consolidada.

Se você mudar de profissão, precisará se esforçar para adquirir novos conhecimentos e se desenvolver. Terá de enfrentar uma fase de adaptação. Enfrentar o novo. Ser humilde para aprender o que você não sabe. Muitas vezes, os projetos não terão a mesma qualidade que você estava acostumado a atingir. Talvez demore algum tempo até os pedidos dos clientes chegarem. Pode ser que a insegurança apareça em alguns momentos, quando os resultados não forem os esperados. Nesse período de transição, será preciso ter muita fé e determinação para que as dificuldades não o conduzam de volta ao passado.

O mesmo vai acontecer se você decidir sair do emprego que não o satisfaz. Terá também de passar por um período de transição e executar muitas tarefas que geralmente não são agradáveis, como enviar currículos para empresas em busca de trabalho, fazer entrevistas, passar por processos de seleção cansativos e enfrentar toda uma variedade de situações de pressão. Se você não estiver realmente determinado, poderá se acomodar na situação desagradável do antigo emprego.

Essa mesma situação se passa com quem decide trabalhar em um sistema de negócios chamado marketing de rede. Nesse tipo de negócio, que vem crescendo a cada dia, as pessoas utilizam seus relacionamentos para vender produtos aos consumidores e ganham bônus nessas transações. Tomar a decisão de entrar nesse negócio é muito fácil, pois não é necessário passar por uma seleção tão rígida. Mas muita gente se frustra, pois não percebe que, para ter sucesso nesse tipo de empreendimento, é fundamental desenvolver uma nova atitude perante o trabalho.

A pessoa tem de entender que, agora, é dona do próprio negócio. Se não acordar cedo para trabalhar, ela é que será prejudicada. Se não der uma boa assistência para os membros de sua rede de relacionamentos, eles não vão gerar bons resultados. Mas algumas pessoas investem no novo negócio e não percebem que o trabalho com marketing de rede exige uma série de novas posturas. Na verdade, muitas têm a ilusão de que vão ganhar dinheiro sem trabalhar. No entanto, se não tomarem uma atitude do tipo "tudo ou nada", as coisas não darão certo.

Definitivamente, o problema não é o marketing de rede, e sim a maneira como a pessoa assume o negócio. Afinal, uma verdadeira decisão exige uma mudança radical de atitude. Uma decisão sem mudança de atitude vira simplesmente uma ilusão ou, pior ainda, o grito de um rebelde sem causa. Barulho sem comprometimento.

Roberto Shinyashiki

Morre lentamente...


Morre lentamente quem não troca de ideias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.

Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado.

Morre lentamente quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da TV o seu guru e seu parceiro diário. (Como pode algumas polegadas ocupar tanto espaço em uma vida?).

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o "preto no branco" e os "pingos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam o brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.

Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece
e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar!

(Autoria do texto atribuída a João Gilberto - Será?)

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Mudanças


"Há um tempo em que é preciso

abandonar as roupas usadas

que já têm a forma do nosso corpo

e esquecer os nossos caminhos

que nos levam sempre aos mesmos lugares.

É o tempo da travessia

e se não ousarmos fazê-la

teremos ficado para sempre

à margem de nós mesmos."

Fernando Pessoa

A importância de manter bons pensamentos


Mantenha sempre bons pensamentos,
porque seus pensamentos se transformam em suas palavras.

Mantenha boas palavras,
porque suas palavras se transformam em suas ações.

Mantenha boas ações,
porque suas ações se transformam em seus hábitos.

Mantenha bons hábitos,
porque seus hábitos se tranformam em seus valores.

Mantenha bons valores,
porque seus valores se transformam no seu próprio destino.

M. Gandhi

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Retomando

Foto: Erik Hirata
Depois de um longo tempo de reflexão, decidi voltar a escrever ou publicar conteúdo.

Vamos ver se agora consigo tornar este blog mais produtivo.

Obrigado pela sua visita!!