sexta-feira, 11 de março de 2011

The Scout´s Book of Gilwell - by John Thurman (Camp Chief)

John Thurman was a British Scouting notable and Camp Chief of Gilwell Park from 1943 to 1969.He was awarded the Bronze Wolf in 1959 and the Silver Buffalo Award in 1962.
in: http://www.thedump.scoutscan.com/scoutsgilwell.pdf

O Código de Gilwell - John Thurman
Disponível em: http://www.mundodesbravador.com/2010/02/o-codigo-de-gilwell.html



Estas linhas se referem, fundamentalmente, às relações que devem existir entre os formadores e os participantes nos cursos. Os pontos não estão por ordem de importância, todos eles são importantes e tem em si o mesmo valor.
-I-
Oferecer uma verdadeira “AMIZADE” a todos os dirigentes que vem adestrar-se. Nós vamos passar para eles a experiência que temos acumulada ao longo de nossa vida escoteira. A amizade é também confiança, é acreditar que são tão capazes como nós mesmos; e encontraremos muitos que serão mais capazes do que nós. Qualquer processo de ensinamento, a aprendizagem fica mais fácil onde existe um clima de amizade.
-II-
Devemos oferecer “COMPREENSÃO” aos seus problemas e necessidades, suas carências e limitações, devemos lembrar sempre que se vem no curso é porque querem aprender, já que não sabem tudo, porém, desejam saber. Nossos dirigentes são uma mostra de nossa sociedade. Haverá alguns que obtiveram êxito em sua carreira e demonstraram sua capacidade em diversos campos, mas sobretudo guiando aos demais. Haverá outros que não tenham tido formação profissional porém abriram seus caminhos devido a sua constância e a sua tenacidade. Outras pessoas podem ter fracassado na maioria das empreitas que tenham empreendido, e estes podem ser ricos ou pobres, profissionais ou artesãos, patrões ou empregados.
Nós adestramos pessoas, cada uma é diferente das demais e nossa missão é fazer crescer e desenvolver dentro de sua própria personalidade individual para que possam servir aos jovens. Não procuremos cortar-los com as mesmas tesouras, cada um é diferente do outro. Se temos nozes não esperamos que no final do curso tenhamos maçãs; não teremos maçãs lindas e brilhantes mas ao fim teremos boas nozes.
-III-
O ‘EXEMPLO” é muito importante, e é necessário vivenciar o que pretendemos ensinar aos outros. Se acreditamos em escotismo, vamos vivenciá-lo e assim ensinaremos não somente com palavras e sim com ações, atitudes, forma de atuar , entre outros. Ou seja, ensinaremos com o exemplo. As palavras são levadas pelo vento. Se queremos ter, viva a promessa, vamos vivenciá-la primeiro; se queremos que a irmandade escoteira seja um feito, vamos praticá-la primeiro, não digamos uma coisa e façamos outra.
-IV-
Devemos ser “EFICIENTES”, isto não quer dizer que tenhamos que saber tudo, senão o que quer que seja que façamos devemos faze-lo adequadamente. É preferível dizer “não sei” do que pretender falar ou opinar sobre o que não sabemos, e que os participantes saiam do curso com idéias equivocadas.
-V-
Temos que estar “ATUALIZADOS” em nossos conhecimentos. O Escotismo é um movimento e um movimento está sempre mudando; devemos conhecer o que saiu por último em matéria de programa, as últimas adaptações na estrutura, entre outros detalhes. Não se trata de ver o que é melhor: o de ontem e o de hoje, devemos estar em dia, atualizando-nos através de leituras, diálogos e retrospectivas dos cursos. Não estamos dispostos somente a dar senão também a receber.
-VI-
Os participantes dos cursos são “ADULTOS” e temos que trata-los como tal sempre. Talvez tenhamos que exemplificar algo e lhes pedimos que hajam como lobos ou como...! mas ali consideramos que são adultos atuando como se fossem lobos.
-VII-
Devemos ser “POSITIVOS”. Em um curso não devemos questionar o que tenha sido conversado; um curso é isso, não uma conferencia, que o valido é buscar se atualizar, isso não existente. Temos que deixar os critérios bem claros.
-VIII-
Devemos ser “ENTUSIASTAS”. Pois o entusiasmo de muitos dirigentes se espalha por todo o Escotismo. Tudo se pode perdoar em um escotista formador, menos a falta de entusiasmo, pois quem não tem, transmitirá o pessimismo e muitos antivalores.
-IX-
Devemos ser “LEAIS.” Devemos ser leais com quem trabalhamos, leais para com nosso movimento, leais para com a política a seguir em um dado momento; qualquer palavra contra a lealdade deve ser um verdadeiro escândalo com os participantes dos nossos cursos. O formador em seus cursos ou em qualquer outro evento de adestramento não é quem deve questionar a política, a administração, a organização ou as pessoas. O nosso trabalho como formador é dar suporte, ajudar e apoiar.
-X-
Temos que ter “SENSO DE HUMOR”. O adestramento para ser efetivo, deve ser agradável, temos que eliminar o que nos está chateando, por isso um formador deve saber superar os momentos difíceis que amargam a sua vida. O sentido do humor nos fará rir de nós mesmos e das dificuldades. Nos fará apresentar o adestramento em um ambiente agradável.
-XI-
ESFORÇO” é uma palavra que devemos ter sempre na mente. Esforço para superar cada dia, esforço para dar tudo de forma afetiva, esforço para conhecer cada participante e formá-lo, de tal forma que em adestramento responda as suas necessidades, esforço para se tornar o melhor, e não contentar-se com pouco, esforço para chegar ao cume e não contentar-se com o vale.
-XII-
A “TRADIÇÃO” de um bom servidor, é um bom mestre, é um bom guia. O adestramento é o guardião das tradições, mais esta deve ser ferramenta do escotismo e não seu empecilho. A tradição é o passado que nos impulsiona a servir melhor, a superar-nos, a atualizar-nos. A tradição não deve ser um empecilho, “porque antes se fazia assim” a base para o trabalho com o espírito de ontem ou de hoje é como ela nos pode ajudar hoje, ou melhor no futuro.
Essa é uma reflexão sobre alguns pontos que podem nos ajudar a superar dificuldades como formadores, se o tivermos sempre na mente, a cada dia e sobre tudo quando atuarmos como formadores.

Eu Sei, Mas Não Devia - Marina Colasanti

Mensagem recebida por e-mail:


Eu sei que a gente se acostuma. Mas não deveria. A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz. E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
  
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá pra almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos. E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: "Hoje não posso ir". A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer filas para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra. A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes. A abrir as revistas e a ver anúncios. A ligar a televisão e a ver comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade.

A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. A gente se acostuma à poluição. As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. A luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. A contaminação da água do mar. A lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta. A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.

Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

Eu sei, mas não devia...
Te mandar essa mensagem porque você está tão sem tempo, mas é que a gente se acostuma a não ter tempo pra mais nada, e assim esquecer de dar um oi para os amigos, de dizer 'eu te amo', de beijar e abraçar quem nós gostamos...
Eu sei, eu deveria não me acostumar mais... por isso lembrei de você, e gastei um pouquinho do meu tempo pra dizer que pensei em você, que gosto muito de você, pra não me acostumar mais com esse vazio da vida...

terça-feira, 8 de março de 2011

The Four Pillars of Education

In: http://www.unesco.org/delors/fourpil.htm





The Four Pillars of Education, described in Chapter 4 of Learning: The Treasure Within, are the basis of the whole report. These four pillars of knowledge cannot be anchored solely in one phase in a person's life or in a single place. There is a need to re-think when in people's lives education should be provided, and the fields that such education should cover. The periods and fields should complement each other and be interrelated in such a way that all people can get the most out of their own specific educational environment all through their lives.Click on each pillar for more information.

Entrevista com Fernando Dolabela - Empreendedorismo nas escolas


Em entrevista à Diocsianne Moura, de Atividades & Experiências, o professor Fernando Dolabela, criador e coordenador de dois dos maiores programas de ensino de empreendedorismo no Brasil – para Educação Básica e Ensino Superior – , revela como a escola pode construir e incentivar nos alunos novas atitudes através do empreendedorismo, preparando-os para um futuro no qual a criatividade, a inovação e uma atitude positiva perante as dificuldades serão a alavanca para o sucesso e a sobrevivência no mundo do trabalho.

Leia a íntegra da entrevista, disponível em pdf: http://www.educacional.com.br/revista/0408/pdf/06_Entrevista_FernandoDolabela.pdf

Algumas questões interessantes:

A&E: Qual o conceito de empreendedor?


FERNANDO DOLABELA: Empreendedor é alguém que sonha e busca transformar o seu sonho em realidade. É preciso que as crianças desenvolvam o potencial de sonhar, que aqui significa conceber o futuro, e sejam capazes de transformar esse sonho em realidade. A família e a escola não perguntam à criança: “Qual é seu sonho?” A ausência dessa pergunta deve-se à intenção da sociedade de fazer com que os jovens desempenhem papéis pré-definidos. Não havendo a pergunta, as crianças e os jovens não se preparam para a resposta que leva à concepção do futuro que desejam para a sua comunidade e para si mesmos e, conseqüentemente, não desenvolvem o seu potencial empreendedor. Empreendedorismo significa, principalmente, a capacidade de transformar conhecimento em riqueza para toda a coletividade. Eticamente acho que só pode ser considerado empreendedor aquele que oferece valor positivo para a comunidade a que pertence. Empreendedorismo não pode ser visto como um processo de enriquecimento pessoal.

A&E: O empreendedorismo geralmente é associado a atividades empresariais. É possível a escola incentivar os alunos, desde cedo, a serem empreendedores? De que maneira?


DOLABELA: Eu considero o empreendedorismo em seu conceito mais amplo: empreender é uma forma 
de ser, muito mais do que fazer. Quero dizer que abrir uma empresa é uma das infindáveis formas de se empreender. Eu sou contra induzir alunos a abrir uma empresa. Quero desenvolver o potencial empreendedor do aluno, mas a direção vai ser dada por ele, que deve escolher a atividade que deseja:
funcionário público, artista, pintor, pianista, padre, político... Independente da opção que fizer, em termos de profissão, o importante é que ele seja empreendedor. Não se pode ser dirigista num processo educacional. Não se pode dizer: “seja isto, seja aquilo”, essa vontade deve partir do próprio estudante. Ele é que vai dizer a certa altura da vida: “Eu quero abrir uma empresa!” Isso pode ser aos 12, 13, 15, 16 anos. Nesse momento sim, a escola deve estar preparada para oferecer esses recursos. 

A&E: Como as escolas que pretendem oferecer o ensino do empreendedorismo aos seus alunos devem proceder?


DOLABELA: As escolas devem entender que não existe crescimento econômico ou desenvolvimento social sem o empreendedorismo. O que move a sociedade e gera riqueza é o empreendedor. É o mais poderoso instrumento de combate à miséria. Nós não vamos gerar e distribuir riquezas sem que a base da população seja empreendedora. Além disso, é preciso que professores, educadores e pais saibam que os estudantes que não desenvolverem seu potencial empreendedor terão sérias dificuldades de inserção no mundo do trabalho.

sete saberes e pilares da educação

Os Quatro Pilares da Educação - Jacques Delors

Disponível em: http://4pilares.net/text-cont/delors-pilares.htm




Os 4 pilares da educação

segunda-feira, 7 de março de 2011

Morihei Ueshiba - The Founder Of Aikido (1883 - 1969)

In: http://www.aikidofaq.com/history/osensei.html

The founder of Aikido, Morihei Ueshiba, was born on December 14, 1883, to a farming family in an area of the Wakayama Prefecture now known as Tanabe. Among five children, he was the only son. From his father Yoroku, he inherited a samurai's determination and interest in public affairs, and from his mother an intense interest in religion, poetry and art. In his early childhood, Morihei was rather weak and sickly, which led to his preference of staying indoors to read books instead of playing outside. He loved to listen to the miraculous legends of the wonder-working saints "En no Gyoja" and "Kobo Daishi," and was fascinated by the esoteric Buddhist riturals. Morihei had even considered becoming a Buddhist priest at one time.


To counteract his son's daydreaming, Yoroki would recount the tales of Morihei's great-grandfather "Kichiemon," said to be one of the strongest samurai of his day, and encouraged him to study Sumo wrestling and swimming. Morihei became stronger and finally realized the necessity of being strong after his father was attacked and beaten by a gang of thugs hired by a rival politician.

School seemed to bore Morihei as his nervous energy needed a more practical outlet. He took on several jobs, but they too seemed to disillusion him. During a brief stint as a merchant, he finally realized he had an affinity for the martial arts. He greatly enjoyed his study of Jujutsu at the Kito-ryu dojo and Swordsmanship at the Shinkage Ryu training center. But as luck would have it, a severe case of Beri-Beri sent him home, where he later married Itogawa Hatsu.

After regaining his health during the Russo-Japanese War period, he decided to enlist in the army. Standing at just under five feet tall, he failed to meet the minimum height requirements. He was so upset that he went immediately to the forests and swung on trees trying desperately to stretch his body out. On his next attempt to enlist, he passed his examination and became an infantryman in 1903. During this time he impressed his superiors so much that this commanding officer recommended him for the National Military Academy, but for various reasons he declined the position and resigned from active duty.

Morihei returned home to the farm. Having grown strong during his time in the military, he was now eager to continue physical training. His father built a dojo on his farm and invited the well-known Jujutsu instructor Takaki Kiyoichi to tutor him. During this time, young Ueshiba became stronger and found he possessed great skills. At the same time he became more interested in political affairs. In the Spring of 1912, at the age of 29, he and his family moved into the wilderness of Hokkaido. After a few years of struggle, the small village started to prosper. Ueshiba had grown tremendously muscular, to the point that the power he possessed in his arms became almost legendary.

It was during this time in Hokkaido that he met Sokaku Takeda, grandmaster of Daito-ryu Aiki Jutsu. After meeting Takeda and find himself no match for his teacher, Ueshiba seemed to forget everything else and threw himself into training. After about a month, he went back to Shirataki, build a dojo and invited Takeda to live there, which he did.
Upon hearing of his father's serious illness, Ueshiba sold off most of his property and left the dojo to Takeda. He would not to return to Hokkaido. On his journey home, he impulsively stopped in Ayabe, headquarters for the new Omoto-kyo religion. Here he met the master of the new religion, Deguchi Onisaburo. After being enthralled with Ayabe and Deguchi, he stayed three additional days and upon returning home, found that he had stayed away too long. His father had passed away. Ueshiba took his father's death very hard. He decided to sell off all his ancestral land and move to Ayabe to study Omoto-kyo. For the next eight years, Ueshiba studied with Deguchi Onisaburo, taught Budo, and headed up the local fire brigade.

A pacifist, Deguchi was an advocate of non-violent resistance and universal disarmament. He was noted to have said, "Armament and war are the means by which the landlords and capitalists make their profit, while the poor suffer." It is intriguing that a man of this nature could become so close to a martial artist such as Ueshiba. However, it did not take long for Deguchi to realize that Ueshiba's purpose on earth was " to teach the real meaning of Budo: an end to all fighting and contention."

The study of Omoto-kyo and his association with Onisaburo profoundly affected Ueshiba's life. He once stated that while Sokaku Takeda opened his eyes to the essence of Budo, his enlightenment came from his Omoto-kyo experiences. During his early 40s (around 1925), Ueshiba had several spiritual experiences which so impressed him that his life and his training were forever changed. He realized the true purpose of Budo was love that cherishes and nourishes all beings.

For the next year, many people sought Ueshiba's teaching, among them Tomiki Kenji (who went on to make his own style of Aikido) and the famous Admiral Takeshita. In 1927, Deguchi Onisaburo encouraged Ueshiba to separate from Omoto-kyo and being his own way. This he did and moved to Tokyo. Ueshiba's following had grown to the point that he was moved to build a formal dojo in the Ushigome district of the city (the present site of the Aikido World Headquarters). While the dojo was being constructed, many high-ranking instructors of other arts, such and Kano Jigoro, came to visit. They were so impressed that they would dispatch their own students to study under Ueshiba.

In 1931, the "Kobukan" was finished. A "Budo Enhancement Society" was founded in 1932 with Ueshiba as Chief Instructor. It was about this time that students such as Shioda Gozo, Shirata Rinjiro and others joined the dojo. Up to the outbreak of World War II, Ueshiba was extremely busy teaching at the Kobukan, as well as holding special classes for the major military and police academies. For the next 10 years, Ueshiba became more and more famous and many stories began to appear in writing. His only son, Kisshomaru, being the "bookworm" that he was, did much of the writing and documenting of the evens of his life.


In 1942, supposedly because of a divine command, he longed to return to the farmlands. He had often said that "Budo and farming are one. " The war had emptied the Kobukan, and he was tired of city life. Leaving the Kobukan in the hands of his son Kisshomaru, he moved to the Ibaraki Prefecture and the village of Iwama. Here he build an outdoor dojo and the now famous Aiki Shrine.
Iwama is considered by many to be the birth place of modern-day Aikido, "the Way of Harmony." Prior to this move, his system had been called Aikijutsu, then Aiki-Budo, still primarily a martial art rather than a spiritual path. From 1942 (when the name Aikido was first formally used) to 1952, Ueshiba consolidated the techniques and perfected the religious philosophy of Aikido.

After the war, Aikido grew rapidly at the Kobukan (now called Hombu Dojo) under the direction of Kisshomaru Ueshiba. Morihei Ueshiba had become famous as "O Sensei" or "The Grand Teacher," the Master of Aikido. He had also received many decorations from the Japanese government. Right up to the end of his life, O Sensei refined and improved his "Way", never losing his dedication for hard training.
In early Spring 1969, O Sensei fell ill and told his son Kisshomaru that "God is calling me...." He was returned to his home at his request to be near his dojo. On April 15th, his condition became critical. As his students made their last calls, he gave his final instructions. "Aikido is for the entired world. Train not for selfish reasons, but for all people everywhere."

Early on the morning of April 26th, 1969, the 86-year-old O Sensei took his son's hand, smiled and said, "Take care of things" and died. Two months later, Hatsu, his wife of 67 years, followed him. O Sensei's ashes were buried in the family temple in Tanabe. Every year a memorial service is held on April 29th at the Aiki Shrine in Iwama.

domingo, 6 de março de 2011

38 000 at the 22nd World Scout Jamboree!



We are very happy to inform you that we are expecting the total number of people attending the 22nd World Scout Jamboree to be around 38 000:

“This is far beyond all our expectations and we are very happy that so many want to participate in this summer's Jamboree in Sweden. We thought we would be able to attract 30 000 but it seems that we'll be able to welcome many more. We are right in the middle of all preparations so that all those 38 000 scouts will experience the world's best scout camp”, says the chairman of the Jamboree Marie Reinicke.
With only months to go we hope that you are all as excited as we are and are prepared for a once in a lifetime experience.
See you in Sweden!